Friday, September 11, 2009

Fashion Oddity


I’m back!

Aproveitando o inicio da semana da moda em NY, e uma vez que o tempo é sempre escasso para absorver tanta informação, deixo-vos com uma pequena mostra do que de mais “estranho” foi aparecendo no mundo da moda durante a minha ausência das lides blogistas.
E fica a promessa de retomar com assiduidade a minha produção de posts...
Comecemos, então, pelo fato que abre este post. Criado pela já desaparecida e saudosa Number (N)ine para verdadeiros amantes do espectáculo.
Abaixo fica um close up do padrão do fato, bem como os respectivos sapatos para o acompanhar.
Este é demasiado... até para mim!




De seguida temos um modelo, no mínimo peculiar, da nova linha de óculos de sol da Maison Martin Margiela.
É garantido que quem os use seja confundido com um membro do elenco do Back to the Future ou, em alternativa, com um soldador industrial.
Não deixam, contudo, de ter a sua piada. E são Martin Margiela...


Estas calças de ganga com uma radiografia dos ossos da bacia também têm a sua piada. O ridículo é que ninguém as vê, nem mesmo quem as veste. A não ser que ande com elas do avesso.




E o que dizer desta funcional gravata da Thomas Pink? Ficam as minhas perguntas: será que o utilizador não tem bolsos para colocar o iPod? Vai andar nu só com a gravata?



Outra bizarria chega-nos através da parceria entre a Nike e a L.L. Bean. Estas coisas verdes esquisitas abaixo são uma espécie de filho mutante do casamento entre os famosos ténis Nike Air Max e as duck boots da L.L. Bean.

A finalizar, uma gravata para os mais saudosistas dos videojogos clássicos. Quem não gosta do PacMan? Provavelmente poucos. Quem gostaria de o usar ao peito? Provavelmente ninguém!

Friday, May 29, 2009

Vecchia Signora



O futebol tem aparecido neste blog muito mais do que eu próprio esperaria.

Actualmente, como ao resto do povo, vai sendo o meu ópio! Que fazer? São os efeitos do trabalho e da crise.

Como neste espaço já testemunhei, ando de “candeias às avessas” com o meu clube do coração, não só em virtude dos resultados como, essencialmente, do seu treinador e corpos dirigentes.

Assim sendo, tenho-me voltado para o meu “segundo” clube, a Vecchia Signora, a portentosa Juventus, que, diga-se, também anda a atravessar um mau bocado.


O namoro começou ao tempo do campeonato do mundo de 90, em Itália. Como adolescente que se prezasse, estava viciado! Até fiz a caderneta, que ainda hoje guardo. Via todos os jogos e, com especial atenção, os da selecção italiana. Não sei porquê, mas a forma cínica de jogarem e aquele azul das camisolas sempre me fascinou.

Há época chamaram-me especialmente a atenção dois jogadores, Roberto Baggio (mesmo apesar do cabelo e do brinquinho) e Salvatore Schillace (melhor marcador da prova). Este último era da Juventus e o primeiro foi contratado nesse ano, no que configurou a maior transferência do futebol italiano até àquele momento.



A seguir a estes vieram Vialli e Ravanelli, o inimitável “silver fox”, cuja cor de cabelo cada vez mais teimo em imitar.


O tridente ofensivo de ouro (Baggio, Ravanelli e Vialli)


E ainda, depois, coincidindo com a minha entrada na idade adulta e o “recuo” nas funções futebolísticas que ia assumindo (em clara decorrência da falta de treino e da amizade cada vez mais estreita com os copos), os “vendidos” Zambrotta e Cannavaro, este último de regresso aos bianconeri a partir de Julho de 2009.



Merecem também referência os indiscutíveis Platini e Laudrup, bem como os actuais Alessandro Del Piero, Nedved e, o meu predilecto e homónimo, Chiellini.



Com este elenco parece-me impossível ser de outro clube, especialmente com a mística deste gigante do futebol europeu. Escusado será dizer que tenho todo o equipamento e me preparo para ir a Turim ver o novo estádio.

Só espero que não se encontre com o Sporting na Liga dos Campeões. Aí é que me ia doer bem fundo!

Tuesday, May 26, 2009

Ma Cherie Charlotte


Charlotte Gainsbourg é filha de Serge Gainsbourg e Jane Birkin.

Tem que se reconhecer que o francês e a inglesa fizeram um belíssimo trabalho.





Esta actriz e “cantautora” tem aquele je ne sais quoi ao mesmo tempo evidente e inexplicável.




Qualquer fotografia ou frame seu, bem como a sua voz em qualquer das músicas do disco que editou, prendem a nossa atenção. Encantam-nos como se de uma sereia se tratasse.

Já a devem ter visto pelo menos no “The Science of Sleep” do Michel Gondry ou ouvido o seu álbum de chanson française “5:15”.







Não se pode dizer que seja uma “estampa”, mas há que concordar que é inesquecível!




Nunca gostei muito de “frenchys”, mas para esta abro uma excepção, muito, mas mesmo muito, especial.